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Registos áudio do MIA 2015




Gravado por Pedro Santo, Carlo Mezzino e José Felix Costa, durante o 6º Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, Portugal, em 16 e 17 de Maio de 2015.

a) Grupos
b) Ensembles 
c) Sorteios

Agradecimentos / Acknowledgment

 A Organização do MIA 2015 expressa aqui os seus mais sinceros agradecimentos a todos aqueles que contribuíram para mais um fantástico acontecimento que conseguimos construir todos juntos. Apresenta-se, por ordem alfabética, a lista dos 71 músicos que participaram nas diversas actividades do Encontro, seguida de outros preciosos colaboradores.

The Organization of MIA 2015 wants to show their sincere thanks to all those who contributed to another fantastic event that we build together. Bellow, in alphabetical order, the list of 71 players who participated in the various activities of the Encounter, followed by other valuable collaborators.

Abdul Moimême
Adriano Orru
Afonso Castanheira
Alvaro Rosso
António  Pinto
António Ramos
Bernardo Álvares
Bruno Gonçalves
Bruno Parrinha
Carla Genchi
Carlo Mascolo
Carlo Mezzino
Carlos Canão
Carlos Ferrão
Cortez-Lamont III
Dario Nitti
Domenico Saccente
Eduardo  Sérgio
Felice Furioso
Fernanda Lopes
Fernando Guiomar
Fernando Simões
Francisco Andrade
François Choiselat
Guy-Frank Pellerin
João Godinho
João Madeira
João Pedro Viegas
Karoline Leblanc
Laura Marques
Lorenzo Lustri
Luis  Fernandes
Luís Filipe Silva
Luis Guerreiro
Luís Vicente
Luiz Rocha
Manuel Guimarães
Marco Olivieri
Maresuke Okamoto
Maria do Mar
Maria Radich
Marialuisa Capurso
Mario Rua
Mia Zabelka
Michele Russo
Miguel Falcão
Miguel Gomes
Miguel Mira
Nuno Morão
Nuno Ribeiro
Odran Trümmel
Paulo Chagas
Paulo Curado
Paulo Duarte
Paulo Ferreira Lopes
Paulo Galão
Paulo Pimentel
Paulo Silva
Pedro Castello Lopes
Pedro González Fernández
Pedro Rico
Pedro Santo
Quinto Fabriziani
Roberto Dogustan
Rui  Sousa
Samuel Hällkvist
Silvia Corda
Simona Verrusio
Thierry Cardoso
Tiago Silva
Vasco Patrício
……………….
Daniela Chagas
José Félix da Costa
Raquel Janeirinho
Rui Venâncio
Rita Frazão
Rui Eduardo Paes
Agrupamento de Escuteiros de Atouguia da Baleia
Armazém dos Tubos
Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia
Ébano & Marfim
Granular
Junta de Freguesia de Atouguia da Baleia
Município de Peniche
OZ Energia
Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902
SuperBaleal Amanhecer

MIA 2015 - Programa

PROGRAMA

15 Maio, 6ª feira 
14:30 h. – Improvisação/Soundpainting – Workshop orientado por François Choiselat
19:00 h.– Concerto de apresentação do Workshop
22:00 h.– Mar, Orrù & Rocha
24:00 h.– MIA Party - After Hours Jam Session

16 Maio, sábado
15:30 h. – Peixe Frito
16:00 h.– Grupos sorteados
19:00 h.– Sunset Octet
21:30 h. - Lançamento do livro “Bestiário Ilustríssimo II / Bala” de Rui Eduardo Paes
22:00 h. – Colectivo Figurativo
22:30 h. – Ensemble MIA
24:00 h.– MIA Party - After Hours Jam Session

17 Maio, domingo
15:30 h. – Kerlox Dynamic Band
16:00 h. – Grupos sorteados
19:00 h. – Improvisadores do Adro
22:00 h. – Granular Chamber Sextet
22:30 h. – Ensemble MIA
24:00 h.– MIA Party - After Hours Jam Session

MIA 2015 - Apontamentos prévios - V

Pedimos a alguns dos participantes da presente edição (e das anteriores) do MIA que partilhassem connosco as suas impressões sobre o Encontro. O resultado foi este belíssimo conjunto de pequenos textos que segue abaixo, onde se mostram as expectativas e testemunhos dos músicos. Obrigado a todos!


Rosendo J. Rocha:
Maquinistas de club librándose de la obligación de los ritmos de moda. Jazzistas descansando los estándares. Autodidactas descubriéndose a si mismos. Científicos y técnicos aproximándose a la música desde las matemáticas y la electrónica. Rockeros abriendo puertas. Músicos clásicos soltándose de las formas y la escolástica. Folkloristas trascendiendo los límites de su instrumento. Espiritualistas desnudándose de sus hábitos. Ruidistas defendiendo su naturaleza. Artistas sonoros explorando la acción colectiva. Cantantes y bailarines pudiendo ser ellos mismos. Video artistas exponiendo su sensibilidad para con la expresión sonora.
     Todo ello girando entorno a la libre improvisación, amparado en un escenario ideal, arropado por la atención los locales e impecablemente dirigido.
     ¿Alguien da más?. MIA a la una, MIA a las dos, MIA a las tres ...


Samuel Hällkvist:
Last year was the first time I visited MIA festival. I went back to record and play with Paulo Chagas in October and I’m excited to go back to this years MIA. The festival is a unique experience with improvised music non-stop for a few days. One of the things I really love about this festival is the open minded energy from the huge bunch of musicians (I believe we were 65 last time) from a wide range of musical backgrounds.


João Madeira:
O MIA é um encontro. Com os outros, mas também comigo mesmo.
No MIA os meus ouvidos exercitam a equalização do silêncio, medem a tensão arterial de uma explosão.
No MIA as minhas mãos encontram novos lugares para tocar, enquanto apalpam a claridade expressiva, o rejuvenescimento de uma língua, os sorrisos das pessoas que cantam o que pensam.
O MIA acrescenta sempre alguns centímetros à obliquidade, promete caminhos com passadas mais largas, ou promove a capacidade assertiva do teletransporte moderno. Sim o MIA é já do 2º milénio! Ou será mais ...antigo?!
No MIA os músicos ouvem mais do que tocam, e quem vai ouvir acaba também por ouvir ainda mais. (Porque um encontro de músicos ouve-se a grandes distâncias, mesmo onde não é ouvido.)
MIA é um imperativo. No MIA deve-se cantar, trautear, falar, gritar, sussurrar, exclamar, interrogar, sugerir, e também zurrar, mugir, balir, cacarejar, grunhir, zumbir, piar, rosnar, uivar, relinchar, ladrar, miar, e também                e também                              e também...


Diego Caicedo:
La primera vez que escuché sobre el MIA fué en 2012, y me enteré por via mail.  Me pareció interesante estar en un pequeño y guapo pueblo en Portugal tocando con un montón de improvisadores, así que mandé la aplicación, me aceptaron y me presenté alli. 
Fué interesante ver como se sucedía todo el encuentro, con los grupos elegidos al azar, con los conciertos organizados con antelación, y con los lazos que se van dando durante los distintos momentos del dia entre los musicos de distinas partes del mundo .  Ver como este pequeño pueblo se vuelve un centro de musicas improvisadas y cambia su estado cotidiano para dar paso a un vendaval de gente haciendo musica "rara". La experiencia de estar allí, escuchando conciertos durante 3 dias sin parar me dejó una sensación de "subir de nivel", de estar mucho mas atento a la escucha y a la musica de lo que estaba antes.  El corto tiempo que hay para las improvisaciones, lo bien o mal que puedan salir, la conexión entre los musicos que no se han visto nunca....todo hace que la concentración sea mas profunda, y eso nos hace mejores musicos, mejores inprovisadores. 
La gente es muy atenta, los musicos son muy buenos, el pueblo es guapo, la cerveza está muy bien, la comida es excelente (un pescado fabuloso!).  Dan ganas de asistir cada año a pasar un buen fin de semana de improvisación con los colegas.  Que viva el MIA!


Silvia Corda:
Il mio primo viaggio in Portogallo mi offrirà la scoperta di un luogo finora solo immaginato e l'emozione di condividere nuove esperienze musicali con tanti fantastici musicisti. Grazie agli amici di MIA, sono davvero felice di esserci!


António Manuel Ramos:
Vou participar pela terceira vez consecutiva no MIA. A partir daqui vai tornar-se um ritual, já sei que todos os anos em Maio terei de fazer a peregrinação até à Atouguia da Baleia com a mesma fé de sempre, isto é, fé no “melting pot” de boa disposição e sã camaradagem que aterra por três dias nesta pequena localidade do Oeste, e fé na música pura e dura que sai destas almas loucas e possuídas à solta neste laboratório musical que é o MIA.


Carla Genchi:
MIA: an awesome place where to meet old friends and perform new music, eat wonderful food and enjoy enthralling landscapes.


 Rui Sousa:
O MIA passou a ser para mim de há 3 anos a esta parte, um período curto do ano dedicado exclusivamente à música ou a outras músicas, sem a família, mulher ou filhos, tipo um retiro espiritual de comunhão, partilha e aprendizagem.
O conceito da música de improvisação livre para mim não é novo, tive experiências de longa duração com vários músicos desde o meio dos anos 90, mas nos primórdios de 2000 a música e os músicos mudaram, assim como eu mesmo.
Estando eu já retirado e desiludido das lides musicais há algum tempo, recebo 2 anos consecutivos o convite para participar no encontro, e à 3ª foi de vez.
Estou  mais vivo desde aí, ou pelo menos mais que outrora...  e  a viver  música  com  ela todos os dias, de novo.
O MIA tem uma atmosfera única,  muito arejada respirável e boa,  aberta, que faz jus ás personalidades dos seus organizadores, Paulo Chagas e Fernando Simões. Lamento não sentir o mesmo ar quando respirado noutros locais onde a improvisação livre acontece - “deve ser da maresia atlântica que tempera”.
O Encontro é de grande importância e singular, dinamiza localmente a região, hotelaria, restauração, cultura e património, assim mesmo  nas condições em que se realiza;  cada vez vem mais gente, de fora e de dentro.
Já que estamos no top do turismo ser  visto  como um produto turístico ou não é tudo uma questão “de carimbo” porque na vida real já se comporta como tal. Os decisores dormem.


Adriano Orrù:
After a couple of attempts this year eventually I am joining MIA. I am sure it will be a fantastic experience playing with and listen to so many interesting musicians! Viva MIA!


Mia Zabelka:
I do not understand crossover as a constructed mergence of different musical styles. Various musical genres that interest me, from classical music to free improvised and electronic music, punk, jazz to heavy metal are filtered by me, through my body. From this concentrate I can then create a new language, my very own specific way of expression. This approach enables me to communicate with musicians from a variety of musical contexts (backgrounds) and to find a common language.
In my solo work I take different avenues by performing on both acoustic and electric violins plus electronic devices to create two distinct musical languages or sound worlds. Starting from the improvisation technique of “automatic playing” that I have developed I frame my musical language on the acoustic violin from my body’s gestures, i.e. physical movement is spontaneously translated into sound. The acoustic instrument is extremely sensitive to the slightest nuances of gestural playing. I also transfer this access to the improvisation with my voice.
My musical language is generally strongly inspired by electronic music. With the electric violin and electronic devices I am able to distort the sound of the instrument to such an extent that the violin itself becomes a sound generator. This opens up entirely new ways of creating electronic sound through my haptic approach to making music, and it enables the creation of a langue of sound in its own league, a language ensconced between acoustic improvisation and experimental electronic violin music.
Story telling and sounding out archaic sound material are further vital elements of my creative work besides the development of technical skills. Based on continuously exploring sound and music as physical phenomena, for me it’s always about sounding out the limits of what is feasible when playing the violin and improvising with my voice.


Guy-Frank Pellerin:
Au Portugal, près de la ville de Peniche se trouve le village de Atouguia da Baleia. Dans l' auditorium de son conservatoire se rencontrent chaque année des musiciens venus de tout le Portugal, mais aussi d'autres pays d'Europe, et d'autres continents. Pas n'importe quels musiciens... Des musiciens improvisateurs ! Durant trois jours ils jouent ensemble dans des formations dont ils ignorent la constitution quelques secondes avant de monter sur scène, partageant leur expérience respective pour une unique fois. Se produisent également d'autres orchestres dont les musiciens se connaissent et partagent entre eux et avec le public l'inconnu. C'est bien là le propos du festival : le partage de l'inconnu. Les sons une seule fois créés seront dispersés par les vents de l' Océan atlantique, si proche.




MIA 2015 - Apontamentos prévios - IV


Os Grupos Sorteados são habitualmente um dos pratos fortes do MIA, aguardados com grande entusiasmo por todos os músicos que neles têm participado, devido ao inesperado e surpreendente resultado que acaba sempre por acontecer.

Igualmente importantes são os Ensembles alargados, onde todos podem experimentar o diferente desafio de ser conduzido na sua própria improvisação. Neste formato temos tido a oportunidade de apreciar diversas perspectivas de condução, o que é sempre um inegável factor de enriquecimento.

Segue-se abaixo a lista dos participantes deste ano nos dois tipos de formações, bem como dos condutores dos Ensembles.

Músicos:
Abdul Moimême
Adriano Orru
Afonso Castanheira
Albert Cirera
Alvaro Rosso
António  Pinto
António Ramos
Aude Barrio
Boris Nunes
Benedetto Fanna
Bernardo Álvares
Bruno Gonçalves
Bruno Parrinha
Carla Genchi 
Carlo Mascolo
Carlo Mezzino
Carlos Canão
Carlos Ferrão
Cortez-Lamont III
Dario Nitti
David Canhoto
Domenico Saccente
Eduard Altaba
Eduardo  Sérgio
Felice Furioso
Fernando Guiomar
Fernando Simões
Francisco Andrade
Gil Dionísio
Guy-Frank Pellerin
João Godinho
João Madeira
João Pedro Viegas
Karoline Leblanc
Laura Marques
Lorenzo Lustri
Luis  Fernandes
Luís Filipe Silva
Luis Guerreiro
Luiz Rocha
Manuel Guimarães
Marco Olivieri
Maresuke Okamoto
Maria do Mar
Maria Radich
Marialuisa Capurso
Mario Rua
Mateja Dolšak 
Mia Zabelka
Michele Russo
Miguel Falcão 
Nuno Morão
Nuno Ribeiro
Odran Trümmel
Paulo Chagas
Paulo Curado
Paulo Duarte
Paulo Galão
Paulo Ferreira Lopes
Paulo Pimentel 
Paulo Silva
Pedro Castello Lopes
Pedro González Fernández
Pedro Rico
Pedro Santo
Quinto Fabriziani
Roberto Dogustan
Rodrigo Ferreira - Bartolo 
Rui  Sousa
Samuel Hällkvist
Sara Ribeiro
Silvia Corda
Simona Verrusio
Thierry Cardoso
Tiago Silva
Timothée Crozat


Condutores:
Adriano Orru
Guy-Frank Pellerin
João Madeira
Karoline Leblanc
Luiz Rocha
Rui Sousa 














MIA 2015 - Apontamentos prévios - III


Tendo o texto anterior sido dedicado aos concertos a realizar em espaços alternativos, vamos agora abrir o véu sobre os grupos pré-definidos que se irão apresentar no Auditório da Sociedade Filarmónica. 

A abrir as hostilidades, sábado, dia 16, ao início da tarde teremos o quarteto Peixe Frito, projecto que joga completamente em casa, uma vez que todos os seus elementos fazem parte do historial do MIA. Sonoridades pequenas, atmosferas delicadas, grooves sólidos e electrónicas densas é o que se espera deste grupo constituído por Alvaro Rosso (contrabaixo), Luis Guerreiro (trompete, electrónica, percussão), Paulo Chagas (flautas, saxofones) e Pedro Santo (bateria, electrónica).

Ainda no sábado, à noite apresentar-se-à o Colectivo Figurativo. Trata-se de um grupo internacional criado pela curadoria do Encontro que reunirá a pianista canadiana Karoline Leblanc, o contrabaixista espanhol Eduard Altaba, o guitarrista sueco Samuel Hällkvist, o baterista português, radicado em Montreal, Paulo Ferreira Lopes e os franceses Guy-Frank Pellerin (saxofones) e Timothée Crozat (electrónicas). Um verdadeiro "melting pot" que se pode adivinhar extraordinariamente sensível e dinâmico.

Domingo, dia 17, apresenta-se na abertura da tarde a Kerlox Dynamic Band, projecto liderado pelo trombonista italiano Carlo Mascolo que já nos visitou na edição do ano passado. Com ele virão os seus compatriotas Domenico Saccente (acordeão), Michele Russo (piano e sintetizador) e Felice Furioso (bateria e cupa-cupa). Mascolo encarrega-se igualmente da electrónica do quarteto que certamente nos oferecerá um concerto inesquecível.

Uma breve referência ainda para o Granular Chamber Sextet de quem já se falou nos Apontamentos Prévios I  e cuja actuação se aguarda com grande expectativa.




MIA 2015 - Apontamentos prévios - II




À semelhança dos anos anteriores, iremos voltar a ter concertos do MIA em espaços alternativos, fora da Sociedade Filarmónica, onde decorrem a maioria das actividades.

Assim, a Igreja de S. José voltará a ser aposta para o concerto de sexta à noite (15 de Maio), com a estreia de Mar, Orrù & Rocha, um trio em que muito confiamos. Se o clarinetista brasileiro Luiz Rocha nos visita pela segunda vez consecutiva, a violinista/violetista portuguesa Maria do Mar já se tornou uma presença habitual no Encontro. Os dois irão servir de "padrinhos" à primeira apresentação no nosso país do contrabaixista sardo Adriano Orrù.

Sábado (16 de Maio) à tarde, junto à Fonte Gótica de Nª Senhora da Conceição, actuará o Sunset Octet, formação inédita constituída por um duplo quarteto onde a saxofonista italiana Simona Verrusio e o nosso também saxofonista Paulo Curado se associarão aos guitarristas Cortez-Lamont III e Thierry Cardoso, aos baixistas Pedro Rico e Rui Sousa e aos percussionistas Luis Fernandes e Luís Filipe Silva. Um fim de tarde com música ao ar livre que se prevê seguramente intensa.

Nas imediações desta fonte, mais concretamente no anfiteatro do jardim, decorrerá o concerto do final da tarde de domingo (17 de Maio). Também a céu aberto, desta vez a aposta da programação recaiu sobre um colectivo internacional essencialmente de sopros, assente numa quadra de saxofones (Albert Cirera, António Ramos, João Pedro Viegas e Mateja Dolšak), um par de acordeões (Benedetto Fanna e Quinto Fabriziani) e um trompete (António  Pinto). Todos juntos darão corpo aos Improvisadores do Adro.

Além destes espaços, poderemos contar ainda com o famoso Armazém dos Tubos para as MIA Party - After Hours Jam Sessions, que já se tornaram num dos grandes atractivos do Encontro. 







MIA 2015 - Apontamentos prévios - I


Na sequência da habitual colaboração entre a organização do MIA e a Associação Granular, a presente edição do Encontro integrará dois eventos germinados através desta saudável parceria.
Assim, o concerto inaugural, na Igreja de S. José, Atouguia da Baleia, no dia 15 de Maio, com Maria do Mar, Adriano Orrù e Luiz Rocha, faz parte de um ciclo de música de câmara, programado conjuntamente por estas duas organizações e que vem decorrendo desde há cerca de dois meses.
O segundo concerto englobado neste contexto, realizar-se-à na última noite do MIA (17 de Maio) e terá como protagonistas o Granular Chamber Sextet, composto por alguns músicos associados daquela entidade - Carlos "Zíngaro" , Fernando Simões, João Madeira, João Pedro Viegas, Miguel Falcão - além da pianista italiana Silvia Corda.
Segundo João Pedro Viegas, um dos intervenientes no referido concerto e membro da direcção da Granular, esta associação "tem o prazer de anunciar que continua a colaborar activamente com o MIA, de forma a potenciar um fluxo de vontades semelhantes, que passam pela difusão de actividades ligadas á música de cariz exploratório. Se no ano passado a parceria entre estas duas instituições se centrava essencialmente em actividades de cariz pedagógico, para este ano as duas organizações tentaram ir mais longe, encontrando forma de colaborar na área da programação artística. (...)  É ainda importante referir que as duas organizações pretendem continuar a desenvolver trabalho de forma conjunta, uma vez que quer o MIA, quer a Granular, pretendem alargar a área onde intervêm para além das suas localizações geográficas."
Por seu lado, a organização do Encontro, congratula-se igualmente pela parceria estabelecida, considerando que o cooperação inter-associativa representa sempre um importante desenvolvimento dos agentes envolvidos.

MIA 2015 - ABERTURA DE INSCRIÇÕES / OPEN CALL


A organização do Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia informa que se iniciou a fase de apresentação de propostas para o MIA 2015.
O Encontro irá realizar-se nos dias 15, 16 e 17 de Maio e está aberto sem restrições a todos os improvisadores que se queiram propor. No entanto, a sua aprovação estará dependente da capacidade logística do evento, da qualidade apreciada na obra de amostra e da idoneidade dos proponentes.
As propostas deverão ser efectuadas através do formulário online abaixo, até ao dia 14 de Março. A divulgação das propostas aprovadas será feita até 4 de Abril.
As propostas são feitas a nível individual, sendo que os participantes serão integrados nos grupos criados no Encontro que poderão ser aleatórios de pequeno formato e Ensembles.
Poderão ser efectuados registos áudio e/ou vídeo de todos os momentos do MIA 2013 que ficarão posteriormente à disposição de todos os participantes. Poderá vir a ser realizada uma edição online com as várias intervenções registadas. A inscrição no MIA 2015 pressupõe a autorização para a reprodução do material gravado.
O auditório onde decorrerá o evento possui um sistema P.A., compatível com o espaço, que estará à disposição dos músicos. Estes, porém, deverão trazer os instrumentos e equipamentos necessários para as suas performances. 
Sendo este Encontro um evento sem fins lucrativos, a participação dos artistas não será objecto de atribuição de honorários.



The organization of MIA - Improvised Music Meeting of Atouguia da Baleia is pleased to announce the open call for for the 2015 edition to be held next May (15, 16 and 17).
The festival is open without restriction to all improvisers. The selection of proposals will depend on the suitability of tenderers, the sample quality (if applicable) and our own logistical capacity.
Proposals must be made via online form below, until March 14. Information about approved submissions will be made until April 4.
The participants will be integrated into groups created at the festival that may be random, small-format and Ensembles.
It shall be made audio recordings and/or video of all the MIA concerts that will subsequently available to all participants. There will be an online edition with a compilation of various interventions. The inscription on MIA 2015 requires the authorization of the reproduction of recorded material.
The auditorium has a PA system, compatible with the space, which will be available to musicians. These, however, should bring the instruments and equipment required for their performances.
This meeting is a nonprofit event, so the participation of artists will not be awarded on fees.